terça-feira, 6 de outubro de 2009

Encontro de gerações
Na Escola Estadual Rui Barbosa está sendo realiazado um projeto da disciplina de Geografia (Prof° Grecieli), sobre o histórico da nossa escola, na qual cada dupla entrevistará uma pessoa procurando saber como era a estrutura e organização antes e comparando-as com os dias atuais.
Após a entrevista montaremos um vídeo postando mudanças, algumas positivas e outras negativas.
Nós alunas: Anna e Caroline do 3° B entrevistamos uma de nossas cozinheiras conhecida como Dona Gina, na qual trabalha há 16 anos na escola e afirma gostar muito desta.

Flora


A vegetação pantaneira é um mosaico de cinco regiões distintas: Floresta Amazônica, Cerrado,Caatinga, Mata Atlântica e Chaco (paraguaio,argentino e boliviano). Durante a seca, os campos se tornam amarelados e não sendo raro a temperatura descer a níveis abaixo de 0 °C, e registrar geadas, influenciada pelos ventos que chegam do sul do continente.
A vegetação do Pantanal não é homogênea e há um padrão diferente de flora de acordo com o solo e a altitude. Nas partes mais baixas, predominam as gramíneas, que são áreas de pastagens naturais para o gado — a pecuária é a principal atividade econômica do Pantanal. A vegetação de cerrado, com árvores de porte médio entremeadas de arbustos e plantas rasteiras, aparece nas alturas médias. Poucos metros acima das áreas inundáveis, ficam os capões de mato, com árvores maiores como
angico, ipê e aroeira.
Em altitudes maiores, o clima árido e seco torna a paisagem parecida com a da caatinga, apresentando espécies típicas como o
mandacaru, plantas aquáticas, piúvas (da família dos ipês com flores róseas e amarelas), palmeiras, orquídeas, figueiras e aroeiras.O pantanal possui uma vegetação rica e variada, que inclui a fauna típica de outros biomas brasileiros, como o cerrado, a caatinga e a região amazônica. A camada de lodo nutritivo que fica no solo após as inundações permite o desenvolvimento de uma rica flora. Em áreas em que as inundações dominam, mas que ficam secas durante o inverno, ocorrem vegetações como a palmeira carandá e o paratudal.
Durante a seca, os campos são cobertos predominantemente por gramíneas e vegetação de cerrado. Essa vegetação também está presente nos pontos mais elevados, onde não ocorre inundação. Nos pontos ainda mais altos, como os picos dos morros, há vegetação semelhante à da caatinga, com barrigudas, gravatás e mandacarus. Ainda há a ocorrência de vitória-régia, planta típica da Amazônia. Entre as poucas espécies endêmicas está o carandá, semelhante à carnaúba.
A vegetação aquática é fundamental para a vida pantaneira: imensas áreas são cobertas por batume, plantas flutuantes como o aguapé e a salvinia. Essas plantas são carregadas pelas águas dos rios e juntas formam verdadeiras ilhas verdes, que na região recebem o nome de camalotes. Há ainda no Pantanal áreas com mata densa e sombria. Em torno das margens mais elevadas dos rios ocorre a palmeira acuri, que forma uma floresta de galerias com outras árvores, como o pau-de-novato, a embaúba, o genipapo e as figueiras.A vegetação pantaneira é um mosaico de cinco regiões distintas: Floresta Amazônica, Cerrado,Caatinga, Mata Atlântica e Chaco (paraguaio,argentino e boliviano). Durante a seca, os campos se tornam amarelados e não sendo raro a temperatura descer a níveis abaixo de 0
°C, e registrar geadas, influenciada pelos ventos que chegam do sul do continente.
A vegetação do Pantanal não é homogênea e há um padrão diferente de flora de acordo com o solo e a altitude. Nas partes mais baixas, predominam as gramíneas, que são áreas de pastagens naturais para o gado — a pecuária é a principal atividade econômica do Pantanal. A vegetação de cerrado, com árvores de porte médio entremeadas de arbustos e plantas rasteiras, aparece nas alturas médias. Poucos metros acima das áreas inundáveis, ficam os capões de mato, com árvores maiores como
angico, ipê e aroeira.
Em altitudes maiores, o clima árido e seco torna a paisagem parecida com a da caatinga, apresentando espécies típicas como o
mandacaru, plantas aquáticas, piúvas (da família dos ipês com flores róseas e amarelas), palmeiras, orquídeas, figueiras e aroeiras.O pantanal possui uma vegetação rica e variada, que inclui a fauna típica de outros biomas brasileiros, como o cerrado, a caatinga e a região amazônica. A camada de lodo nutritivo que fica no solo após as inundações permite o desenvolvimento de uma rica flora. Em áreas em que as inundações dominam, mas que ficam secas durante o inverno, ocorrem vegetações como a palmeira carandá e o paratudal.
Durante a seca, os campos são cobertos predominantemente por gramíneas e vegetação de cerrado. Essa vegetação também está presente nos pontos mais elevados, onde não ocorre inundação. Nos pontos ainda mais altos, como os picos dos morros, há vegetação semelhante à da caatinga, com barrigudas, gravatás e mandacarus. Ainda há a ocorrência de vitória-régia, planta típica da Amazônia. Entre as poucas espécies endêmicas está o carandá, semelhante à carnaúba.
A vegetação aquática é fundamental para a vida pantaneira: imensas áreas são cobertas por batume, plantas flutuantes como o aguapé e a salvinia. Essas plantas são carregadas pelas águas dos rios e juntas formam verdadeiras ilhas verdes, que na região recebem o nome de camalotes. Há ainda no Pantanal áreas com mata densa e sombria. Em torno das margens mais elevadas dos rios ocorre a palmeira acuri, que forma uma floresta de galerias com outras árvores, como o pau-de-novato, a embaúba, o genipapo e as figueiras.

Fauna


A fauna pantaneira é muito rica, provavelmente a mais rica do planeta. Há 650 espécies de aves (no Brasil inteiro estão catalogadas cerca de 1800). A mais espetacular é a arara-azul-grande, uma espécie ameaçada de extinção. Há ainda tuiuiús (a ave símbolo do Pantanal), tucanos, piriquitos, garças-brancas, jaburus, beija-flores (os menores chegam a pesar duas gramas), socós (espécie de garça de coloração castanha), jaçanãs, emas, seriemas, papagaios, colhereiros, gaviões, carcarás e curicacas.
No Pantanal já foram catalogadas mais de 1.100 espécies de borboletas. Contam-se mais de 80 espécies de mamíferos, sendo os principais a
onça-pintada (atinge a 1,2 m de comprimento, 0,85 cm de altura e pesa até 150 kg), capivara, lobinho, veado-campeiro, veado catingueiro, lobo-guará, macaco-prego, cervo do pantanal, bugio (macaco que produz um ruído assustador ao amanhecer), porco do mato, tamanduá, cachorro-do-mato, anta, bicho-preguiça, ariranha, suçuarana, quati, tatu etc.
A
região também é extremamente piscosa, já tendo sido catalogadas 263 espécies de peixes: piranha (peixe carnívoro e extremamente voraz), pacu, pintado, dourado, cachara, curimbatá,piraputanga, jaú e piau são algumas das espécies encontradas.
Há 93 espécies de
répteis, sendo o principal o jacaré (jacaré-do-pantanal e jacaré-de-coroa), cobra boca de sapo (sucuri, jibóia, cobras-d’água e outras), lagartos (camaleão, calango-verde) e quelônios (jabuti e cágado).Fauna
A fauna pantaneira é muito rica, provavelmente a mais rica do planeta. Há 650 espécies de aves (no Brasil inteiro estão catalogadas cerca de 1800). A mais espetacular é a
arara-azul-grande, uma espécie ameaçada de extinção. Há ainda tuiuiús (a ave símbolo do Pantanal), tucanos, piriquitos, garças-brancas, jaburus, beija-flores (os menores chegam a pesar duas gramas), socós (espécie de garça de coloração castanha), jaçanãs, emas, seriemas, papagaios, colhereiros, gaviões, carcarás e curicacas.
No Pantanal já foram catalogadas mais de 1.100 espécies de borboletas. Contam-se mais de 80 espécies de mamíferos, sendo os principais a
onça-pintada (atinge a 1,2 m de comprimento, 0,85 cm de altura e pesa até 150 kg), capivara, lobinho, veado-campeiro, veado catingueiro, lobo-guará, macaco-prego, cervo do pantanal, bugio (macaco que produz um ruído assustador ao amanhecer), porco do mato, tamanduá, cachorro-do-mato, anta, bicho-preguiça, ariranha, suçuarana, quati, tatu etc.
A
região também é extremamente piscosa, já tendo sido catalogadas 263 espécies de peixes: piranha (peixe carnívoro e extremamente voraz), pacu, pintado, dourado, cachara, curimbatá,piraputanga, jaú e piau são algumas das espécies encontradas.
Há 93 espécies de
répteis, sendo o principal o jacaré (jacaré-do-pantanal e jacaré-de-coroa), cobra boca de sapo (sucuri, jibóia, cobras-d’água e outras), lagartos (camaleão, calango-verde) e quelônios (jabuti e cágado).
Atividades econômicas do Pantanal
As principais atividades econômicas do Pantanal estão ligadas à criação de gado bovino, que é facilitada pelos pastos naturais e pela água levemente salgada da região, ideal para esses animais. Para peões, fazendeiros e coureiros, o cavalo é um dos principais meios de transporte. Os pescadores, que buscam nos rios sua fonte de sustento e alimentação. Há também, uma pequena população indígena ribeirinha.
Entre os problemas ambientais do Pantanal estão o desequilíbrio ecológico provocado pela pecuária extensiva, pelo desmatamento para produção de carvão com destruição da vegetação nativa; a pesca e a caça predatórias de muitas
espécies de peixes e do jacaré; o garimpo de ouro e pedras preciosas, que gera erosão, assoreamento e contaminação das águas dos rios Paraguai e São Lorenço; o turismo descontrolado que produz o lixo, esgoto e que ameaça a tranqüilidade dos animais, etc.
Uma atividade relativamente nova é o ecoturismo, já existem diversas pousadas pantaneiras praticando esta modalidade de turismo sustentável.
Em Corumbá a atividade de mineração e siderúrgica são importantes geradoras de emprego e renda, os impactos ambientais destas atividades estão sendo avaliados existindo muita controvérsia.
O incentivo dado pelos governos a partir da década de 1960 para desenvolver a região Centro-Oeste através da implantação de projetos agropecuários, trouxe muitas alterações nos ambientes do cerrado ameaçando a sua biodiversidade.
A EMBRAPA Pantanal tem desenvolvido tecnologias sustentáveis para a região.
Costumes Pantaneiros
Alimentação
O pantaneiro tem hábito de acordar muito cedo, para as lidas dos seus afazeres, como por exemplo: a lidade dos seus animais na grande planície da sua região. No seu alimento matutino, logo na manhã antes de ir a lida, tem o hábito de se alimentar muito bem. Esse hábito tem o nome de quebra-torto, que é praticamente um café reforçado, com pão, arroz com carne sêca, café e outras delícias proporcionadas pela vasta planície.
O Tereré Herdado da tradição guarani, o Tereré é uma bebida servida em cuia, com erva-mate e água gelada. É bastante consumido pelos pantaneiros, principalmente antes do meio dia, depois da realização do trabalho matutino. Também se toma o tereré a tarde e antes da noite, quase sempre em rodas de conversas entre famílias, peões ou amigos. Esse costume também chegou nas cidades pantaneiras, locais onde as pessoas se reúnem nas calçadas para “jogar uma conversa fora” e se refrescar com a bebida. Em outras regiões, como no Oeste do Paraná, ele é tomado com refrigerante, mas o tereré original é composto apenas por erva-mate e água natural.
O sarrabulho é uma unanimidade em Corumbá é um prato de alto teor calórico que poucos sabem preparar. O prato é de origem portuguesa e tornou-se popular no Nordeste e também em Corumbá. No norte de Portugal é preparado com miúdos de porco ou cabrito. Aqui, talvez pela atividade pecuária e abundância do produto, se fez a opção pela carne de bovinos, deve ser servido com arroz branco e mandioca cozida. Ingredientes para o preparo: fígado, rins, coração e carne moida.
Urucum é uma semente de coloração avermelhada, que vem do tupi uru-ku, significa vermelho, conhecida popularmente por Urucum, urucu, açafroa, colorau, nome cientifico, da família botânica Bixáceas, serve como tempero e corante de alimentos. É muito utilizado na culinária pantaneira em preparos de peixes, jacarés e caldo de piranha, os índios sempre usaram para pintar o corpo em suas comemorações festivas e com isso, se defender contra picadas dos mosquitos.
Jacarés são répteis bem adaptados ao meio ambiente e dominam ainda hoje muitos habitats. Ao contrário do que se pensa o jacaré não é lento, se for melindrado ou estiver preste a dar o bote, adquire velocidade impressionante. Dentro da água, seu ataque é geralmente mortal, já que é um exímio nadador. Os jacarés do Pantanal são diferentes dos da Amazônia. O do Pantanal mede até 2,5m e se alimenta de peixes e é quase inofensivo ao homem. Enquanto o da Amazônia é um pouco maior (quase 6 metros) e ataca quando ameaçado. Sua carne é comestível, a parte mais nobre do corpo do animal que é aproveitada é o rabo. É uma carne branca e consistente. Lembra muito a carne de frango, mas tem um leve sabor de carne de peixe de água doce. Pode ser servida frita ou ensopada como os peixes.
• Caldo de piranha Pantaneiro As piranhas são um grupo de peixes carnívoros de água doce que habitam alguns rios do pantanal e demais regiões brasileiras, existem 3 espécies de piranha no Pantanal e elas podem ser perigosas. Por isso, em local onde se costuma limpar peixes não é aconselhável mergulhar, pois ela poderá mordê-lo por engano. A piranha também pode morder depois de morta. Seus dentes afiados podem cortar carne e até osso num movimento brusco. Na região do Pantanal sua carne é utilizada para se fazer o famoso Caldo de Piranha. Como preparar o caldo: Limpe as piranhas, deixe-as com a cabeça e tempere-as com o limão, a cebola, o alho, o cheiro-verde, o sal e a pimenta. Deixe repousar por 1 h. Esquente o óleo, frite as piranhas por alguns minutos com todos os temperos, adicione o pimentão e o tomate, junte o extrato de tomate e a água, tampe a panela e deixe ferver. Após 1 h , verifique se o tempero está bom. Coe numa peneira grossa e sirva.
O arroz carreteiro é uma comida muito conhecida no estado de Mato Grosso do sul e na região do Pantanal, e foi herdado de peões vindos do sul do pais, onde o Arroz de Carreteiro é tão típico como o churrasco. O carreteiro é uma refeição feita geralmente nas estradas e acampamentos por peões que levam o gado de uma região para outra permanecendo muitas vezes vários dias fora de casa e levam em suas bagagens a carne de sol ou resto de churrasco onde depois de picar essa carne a preparam com arroz e tempero a gosto, alguns carreteiros (motoristas de caminhões) também têm o costume de fazer o arroz carreteiro por ser uma refeição de fácil preparo nas estradas. Ingredientes (1 kg de charque, 1 kg de arroz, 2 cebolas, 4 dentes de alho)

Pantanal
O Complexo do Pantanal, ou simplesmente Pantanal, é um bioma constituído principalmente por savana estépica alagada em sua maior parte com 250 mil km² de extensão, altitude média de 100 metros [1], situado no sul de Mato Grosso e no noroeste de Mato Grosso do Sul, ambos Estados do Brasil, além de também englobar o norte do Paraguai e leste da Bolívia (que é chamado de chaco boliviano), considerado pela UNESCO Patrimônio Natural Mundial e Reserva da Biosfera. O nome complexo vem do fato de a região ter mais de um Pantanal dentro de si. Em que pese o nome, há um reduzido número de áreas pantanosas na região pantaneira.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

A Região Centro-Oeste do país.
Distribuição da População

Etnias: Brancos 51,1%; pretos 5,3%; pardos 41,8%, amarelos ou indígenas 1,7%.
Correntes Migratórias:Migrações paulista, gaucha, mineira, paranaense, nordestino.

Brasão



"O escudo é do tipo peninsular ou flamengo, que na moderna heráldica brasileira tem merecido destacada preferência e está dividido de forma que o terço superior ocupe o chefe e os dois terços restantes, a faixa e campanha.
Em chefe, a parte mais nobre do escudo, representando a criação do novo Estado. Nele, o chefe, de "blau" (azul), uma estrela de ouro, que é a estrela constante na Bandeira do Estado, e que simboliza um Estado nascente, cujo futuro se ergue promissor e fecundo. O metal, "ouro", simboliza a riqueza que nosso futuro trará.
Mato Grosso do Sul






População Absoluta: 2.360.498 hab. (21º)
População Relativa: 6,52 hab./km² (20º)

Taxa de Mortalidade:12.609 pessoas
Taxa de Natalidade: 651 pessoas
Taxa de Analfabetismo: 9% (10º)
Expectativa de vida:73,5 anos (6º)
IDH ( Índice de Desenvolvimento Humano):0,802 (2005) (8º) – elevado
PIB e PIB per capta: R$24.355.395.000,00 (17º)(PIB), R$10.599,00 (11º) (PIB per capita)

Hino Oficial


Os celeiros de fartura, Sob um céu de puro azul,

Reforjaram em Mato Grosso do Sul

Uma gente audaz.
Tuas matas e teus campos,

O esplendor do Pantanal, (estribilho)

E teus rios são tão ricos

Que não a igual.
A pujança e a grandeza

De fertilidade mil

São o orgulho e a certeza

Do futuro do brasil.
Moldurados pelas serras,

Campos grandes vacarias,

Rememoram desbravadores,

Heróis, tantas galhardia!
Vespasiano, camisão

E o Tenente Antônio João,

Guaicurus, Ricardo Franco,

(estribilho)Gloria e tradição!

terça-feira, 1 de setembro de 2009



Danças típicas
A dança é uma manifestação de culto da antigüidade. Atualmente, serve como forma de lazer e diversão, aliviando as tensões do dia-a-dia, além do seu papel socializador entre as pessoas.
As danças de salão vieram da França para o Brasil no período colonial, principalmente as praticadas pela nobreza.
Com o passar do tempo, a dança foi se popularizando e se adequando ao povo, mudando sua forma original. O melhor exemplo é a "quadrilha" (quadille em francês), trazida pelos portugueses, transformando-se na nossa quadrilha caipira.
Há seis ou sete séculos, era uma dança de camponeses ingleses ingleses, descendentes de Celtas e Saxões que, apesar da Inglaterra já se encontrar cristianizada, mantinham velhos rituais pagãos de agradecimento à terra pelas colheitas.
As quadrilhas foram difundidas pelos imigrantes nas festas juninas, atualmente em muitos locais é comum confundi-las como forró nordestino, em função da presença desse povo espalhado por todo o Brasil, e que levou consigo sua música e seu instrumental constituído de sanfona, zabumba e triângulo.


As danças que dividem o MS em 3 regiões:
O Estado do Mato Grosso do Sul pode ser mapeado e dividido em 3 partes, de acordo com as danças, a saber: Região do Bolsão, Região do Pantanal, e Região de Fronteira.
Região do Bolsão compreende a porção nordeste do estado - relativa à bacia Sucuriú de Costa Rica a Três Lagoas, incluindo os municípios de Camapuã e seus distritos. (paulistas, mineiros e goianos)
Região do Pantanal compreende a porção oeste do Estado. ( cultura pantaneira, desde a fundação de Corumbá e com a formação da cultura Cuiabana séc. XXVIII, influência gaúcha )
Região de Fronteira compreende a porção sul e sudeste. (cultura paraguaia, influência gaúcha).

Almir Sater


Almir Eduardo Melke Sater (Campo Grande, 14 de novembro de 1956) é um violeiro, compositor, cantor e ator brasileiro.
Nascido em
Mato Grosso do Sul, desde muito pequeno já tocava viola. Estudou direito no Rio de Janeiro. Gravou seu primeiro disco em 1980, contando com a participação de Tetê Espíndola, Alzira Espíndola e Paulo Simões.
Fez parte da geração Prata da Casa, no início dos anos
80, sendo uma das principais atrações do movimento que juntou os maiores expoentes da música sul-mato-grossense.



Ando Devagar
Almir Sater
Ando devagar porque já tive pressae levo esse sorriso, porque já chorei demais
Hoje me sinto mais forte, mais feliz quem sabe eu só levo a certeza de que muito pouco eu sei, eu nada sei
Conhecer as manhas e as manhãs,o sabor das massas e das maçãs,é preciso amor pra poder pulsar,é preciso paz pra poder seguir,e é preciso a chuva para florir.
Sinto que seguir a vida seja simplesmenteconhecer a marcha, ir tocando em frente como um velho boiadeiro levando a boiada,eu vou tocando os dias pela longa estrada, eu vou,de estrada eu sou.
Conhecer as manhas e as manhãs,o sabor das massas e das maçãs,é preciso amor pra poder pulsar,é preciso paz pra poder seguir,é preciso a chuva para florirSinto que seguir a vida seja simplesmenteconhecer a marcha, ir tocando em frente.
Cada um de nós compõe a sua história,e cada ser em si carrega o dom de ser capaz,e ser feliz.
Conhecer as manhas e as manhãs,o sabor das massas e das maçãs,é preciso amor pra poder pulsar,é preciso paz pra poder seguir,e é preciso a chuva para florirSinto que seguir a vida seja simplesmenteconhecer a marcha, ir tocando em frenteCada um de nós compõe a sua história,e cada ser em si carrega o dom de ser capaz,de ser feliz...


Músicas


Instrumentos musicais
Viola-de-cocho: instrumento construído artesanalmente pelos próprios violeiros, que usam materiais da região, como a madeira do sarã ou timbaúba (ou chimbuva), cola de poca, cordas de tripa de bugio ou de ema. Estudada por alguns pesquisadores, acredita-se que a viola de cocho tenha se originado do alaúde, instrumento musical usado durante a Idade Média que, vindo do Oriente Médio chegou à Europa. Imagina-se que tenha chegado ao Pantanal por volta do século XVIII, pela Bacia do Prata, único elo de ligação da Província de Mato Grosso com o mundo naquela época.


segunda-feira, 31 de agosto de 2009









Escola Estadual Rui Barbosa

Histórico da Instituição
Em 1969 já se cogitava a necessidade de uma escola que atendesse a demanda do bairro, pois as escolas existentes na cidade ficavam distantes, mais concentradas no centro.
Em 1970, foram construídas 3 salas para catequese, um trabalho missionário dos Salesianos, a pedido dos pais que já atuavam na comunidade. Iniciaram-se as aulas de alfabetização no mês de outubro.
Em 1971 foram construídas mais 14 salas de aula, em regime de mutirão pela comunidade. O material da construção foi doado pela sociedade campo grandense ligada á Missão Salesiana. Foram realizadas promoções com o objetivo de buscar recursos financeiros para terminar a obra.Em virtude da SED comprovar a necessidade da criação e autorização para funcionamento do Ginásio Paroquial Paulo VI, a partir de 01-03-1972 foi assinado o convênio entre a SED e obra Social Paulo VI ficando criado o Colégio Estadual Rui Barbosa. Optou-se por este nome em virtude da Morte de Rui Barbosa.